terça-feira, 29 de abril de 2014

Malhação na menopausa: conheça os melhores exercícios para essa fase.


Especialistas apontam as atividades ideais para fortalecer o esqueleto e blindar o coração durante o climatério - até os fogachos podem sair de cena.



Para os experts, não há dúvidas: a prática regular de atividade física no climatério (período caracterizado por alterações hormonais que culminam na última menstruação) pode evitar, ou ao menos atenuar, a evolução de problemas capazes de colocar a saúde da mulher em risco. Por causa do déficit de estrogênio, o hormônio que os ovários param de produzir nessa fase, o calorão dos fogachos e as variações de humor e disposição dão as caras.
Além disso, há uma propensão muito maior a males como diabete, osteoporose e doenças do coração. E não faltam estudos que comprovem os benefícios de uma vida ativa para afastar essas encrencas. "A prática regular e orientada de exercícios é indicada em qualquer fase da vida. No entanto, quanto antes ela for adotada, melhor para a saúde da mulher", reconhece o preparador físico e doutor em ciências da motricidade Ricardo José Gomes, da Universidade Federal de São Paulo.

Alívio nas ondas de calor
Um trabalho da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugere que 30 minutos diários de atividade física amenizam os calores da menopausa. Ainda não se sabe quais são os mecanismos por trás dos fogachos, mas o fato é que as mulheres que participaram da pesquisa reportaram uma melhora considerável depois de malhar. “O exercício também modula o humor e reduz o estresse, outros fatores ligados ao aparecimento das ondas de calor", diz Steriani Elavsky, especialista em ciência dos movimentos e uma das autoras da pesquisa.


Saiba quais são as melhores modalidades para quem está no climatério



 

1. Hidroginástica
Amiga do coração, só peca por um fator: falta de impacto, essencial para a prevenção da osteoporose. Por isso, tem de ser combinada a outros esportes.
2. Caminhada
É a queridinha dos especialistas, sobretudo por não exigir demais do organismo. Pratique de três a seis vezes por semana, durante, no mínimo, 30 minutos.

3. Dança
Jazz, dança contemporânea, de salão... Não importa o tipo. Rodopie na pista de duas a cinco vezes por semana, durante, pelo menos, 30 minutos.
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4. Musculação
Deve ser feita de duas a três vezes por semana e, de preferência, associada a um exercício aeróbico, como corrida. Carga e intensidade variam caso a caso.

Os efeitos dos exercícios em cada parte do corpo durante a menopausa



1. Músculos
Com o passar dos anos, a mulher perde muita massa magra. Fortalecer a musculatura ao redor do joelho, por exemplo, é essencial para manter o equilíbrio e evitar quedas.

2. Cérebro
Exercitar-se regularmente auxilia na regulação dos sistemas cerebrais que a depressão desbalança. Melhora, entre outras coisas, a comunicação entre as células nervosas.

3. Coração
A deficiência de hormônios femininos é responsável por aumentar o risco de infartos. Invista em exercícios aeróbicos para prevenir o surgimento de placas nas artérias que irrigam o músculo cardíaco.

4. Abdômen
A falta do hormônio estrogênio tem sua parcela de culpa, mas o sedentarismo é um dos maiores vilões no quesito barriga. Mexer o corpo é o melhor remédio.

5. Pâncreas
Combinar musculação e modalidades aeróbicas dá uma santa ajuda no controle da glicose no sangue porque bota a insulina para trabalhar - daí seu efeito antidiabete.

6. Ossos
As atividades físicas de impacto estimulam a formação de células ósseas. Assim, o esqueleto se mantém menos poroso e mais resistente, ou seja, livre da osteoporose.

7. Vasos
Sem o estrogênio - de novo! - , a pressão arterial tende a subir. Caminhada, natação e ciclismo aumentam a flexibilidade dos vasos e evitam complicações nas pernas, no coração, no cérebro...
 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Conheça as doenças que ameaçam o cérebro antes da velhice


Elas costumam aparecer em idosos, mas às vezes podem surpreender também pessoas mais jovens. Saiba mais sobre as demências pré-senis.



Alzheimer

O que é
Essa é a demência (nome dado a alterações cognitivas, comportamentais e de personalidade) que mais atinge indivíduos com menos de 60 anos de idade. Trata-se de uma doença neurodegenerativa caracterizada por afetar, inicialmente, a memória e as funções executivas. "É comum o paciente esquecer, por exemplo, nomes de pessoas e onde colocou objetos", explica o geriatra Salo Buksman, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. "Além disso, a pessoa pode apresentar dificuldade para realizar atividades cotidianas, como gerenciar sua conta bancária", complementa.
As causas
A origem exata da doença de Alzheimer ainda está sendo estudada, mas sabe-se que fatores como doenças cardiovasculares, depressão e baixa escolaridade contribuem para que o problema dê as caras.
Como identificar
Repare se a pessoa sofrer frequentemente falhas de memória (principalmente em relação a fatos) ou se não conseguir gravar informações trocadas em uma conversa, por exemplo.
O tratamento
Não há cura para o Alzheimer. O que existe são medicamentos cuja função é apenas adiar a piora dos sintomas.

Demência vascular cerebral

O que é
Esse é o segundo tipo mais comum de declínio cognitivo e costuma afetar adultos com idades entre 50 e 65 anos. Na maioria dos casos, ele é fruto de lesões vasculares (pequenos derrames) que ocorrem no cérebro e que, somadas, levam a um quadro de demência.
As causas
O acidente vascular cerebral (AVC) é decorrente, principalmente, de uma pressão arterial descontrolada e que vive nas alturas. O histórico familiar também aumenta o risco de ocorrer um AVC.
Como identificar
Uma pessoa com essa demência apresenta alterações importantes de humor, dificuldade para se locomover e também pode ter membros como braços e pernas paralisados.
O tratamento
Não há como reverter a situação, mas o paciente pode tentar uma reabilitação por meio de fisioterapia, por exemplo. É fundamental se proteger de novos episódios - daí a importância de controlar a pressão e o colesterol, parar de fumar, fazer atividade física e adotar uma alimentação balanceada.

Demência fronto temporal

O que é
Eis outra doença degenerativa que não acomete só idosos, mas também indivíduos na fase pré-senil . Ela altera a personalidade e o comportamento.
As causas
"Ocorre a morte de neurônios da região frontal do cérebro, responsável pelo comportamento, atenção, cálculo...", esclarece o geriatra Alexandre Busse, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A origem disso pode ser falta de suprimento sanguíneo ou até acúmulo de substâncias nocivas às células nervosas.
Como identificar
Uma mudança de personalidade é o que mais chama a atenção na demência fronto temporal. A pessoa pode tanto se tornar apática quanto ficar mais desinibida do que o normal. "Ela pode começar a se engajar em causas que antes não tinha interesse, se vestir de forma diferente ou até se comportar de maneira bizarra", exemplifica Busse.
O tratamento
É importante que o paciente se mantenha ativo, fazendo atividade física. O médico também pode prescrever remédios antidepressivos ou que previnam convulsões.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Aprenda a identificar os diversos tipos de dor de cabeça


Engana-se quem pensa que dor de cabeça é tudo igual. Estima-se que existam mais de 50 tipos. Descubra qual é o seu tormento.



Enxaqueca

O que é? 
Doença crônica que afeta 20% das mulheres e se caracteriza por crises repetidas de dor de cabeça.
Como é a dor? 
Envolve só metade da cabeça, piora com qualquer atividade física e está frequentemente associada a náusea, vômitos e sensibilidade a luz e sons. "Minutos antes, um conjunto de sintomas neurológicos, conhecido por aura, costuma surgir", diz o neurologista Custódio Michailowsky. A aura visual é a mais comum e provoca flashes de luz e falhas no campo visual.
O que a provoca?
Estresse, sono prolongado, jejum, traumas cranianos, ingestão de certos alimentos, como chocolate, leite, laranja ou comidas gordurosas, uso de medicamentos vasodilatadores, exposição a ruídos altos, odores fortes e a queda dos níveis hormonais que ocorre antes da menstruação são alguns fatores.
Tratamento
As crises leves se resolvem com sono e repouso. Já as moderadas e graves são tratadas com medicamento, às vezes até preventivos.


Cefaleia tensional

O que é? 
É provocada pela tensão muscular ou problemas de fluxo sanguíneo. É bastante comum, mas a dor não costuma ser muito intensa. Estima-se que 86% das mulheres tenham esse tipo de dor.
Como é a dor?
Uma sensação de aperto, pressão ou peso. A parte de trás da cabeça costuma concentrar a dor.
O que a provoca?
Está associada a ansiedade, depressão, alterações emocionais, estresse e tensão. "A correria do dia a dia e até uma noite maldormida podem desencadear uma crise", diz Michailowsky.
Tratamento
Normalmente são indicados analgésicos comuns ou anti-inflamatórios, conforme o caso. Para a forma crônica são utilizados medicamentos preventivos.


Cefaleia em salvas

O que é?
Acredita-se que tenha origem no hipotálamo, região do cérebro responsável por mecanismos vitais, como o controle do sono. Não é tão comum. Os homens são os mais afetados.
Como é a dor?
É intensa em um dos lados da cabeça, geralmente no fundo dos olhos. A crise, que normalmente ocorre à noite, dura até três horas. Pode ser acompanhada de lacrimejamento, congestão nasal e queda da pálpebra. "É uma dor bastante forte, que surge de maneira repentina, sem apresentar sinais, e que incapacita a pessoa", afirma Michailowsky.
O que a provoca?
Ainda não se sabe exatamente a causa.
Tratamento
Remédios preventivos. Na crise, os médicos indicam sublinguais, injetáveis e até o uso de oxigênio.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Entenda como a atividade física pode beneficiar os rins


Uma nova onda de pesquisas garante: suar a camisa regularmente ajuda a evitar da doença renal crônica aos dolorosos cálculos.



Ao buscar pelos termos "rim" e "atividade física" no Pubmed, site do governo americano que reúne estudos realizados no mundo todo, você encontrará 168 artigos publicados em 2013. Se substituir a primeira expressão por "pulmão", esse número sobe para 321. E, se escrever "coração", ele dispara para 1 637. Ou seja, em comparação com outros órgãos, os rins vêm sendo menos avaliados pelos experts que buscam entender os efeitos dos exercícios no organismo.
Entre aqueles 168 trabalhos, destaca-se um do Hospital Estadual Konya Numune, na Turquia. Após examinar 139 pessoas, os especialistas descobriram que as ativas contavam com uma função renal mais preservada do que as sedentárias. Por se tratar de uma área ainda nebulosa, faltam evidências dos motivos por trás do resultado. "Porém, em animais, já notamos que exercícios melhoram o processo de filtragem dos rins", relata Nestor Schor, nefrologista da Universidade Federal de São Paulo. Aí, sobrariam menos substâncias tóxicas para gerar estragos.
Outra explicação recai na hipertensão e no diabete, doenças conhecidas por lesar o par de órgãos. Primeiro porque a prática esportiva diminui o risco de ambas surgirem. Segundo porque ajuda a domar essas encrencas quando já foram diagnosticadas. Na Universidade Médica da China, o nefrologista I-Kuan Wang examinou dados de 7 863 diabéticos com doença renal crônica entre 1996 e 2008. Ao separar os que malhavam dos inativos, ele viu que o primeiro grupo possuía uma menor taxa de mortalidade. "É uma pena que nem todos os médicos conheçam esse benefício", lamenta Wang.
Em seu mestrado, o educador físico Henrique Novais Mansur verificou um elo entre atividade física e uma menor probabilidade de pessoas com doença renal crônica desenvolverem complicações cardiovasculares. "Os rins influenciam na saúde do coração. Eles, por exemplo, têm um papel no controle da pressão", explica o brasileiro, da Universidade Federal de Pernambuco. Aliás, os exercícios também devem fazer parte do cotidiano de pacientes que precisam purificar o sangue artificialmente por meio da hemodiálise. "Essa tática, entre outras coisas, recupera a musculatura e a qualidade de vida, ambas prejudicadas pelo mau funcionamento dos nossos filtros", arremata Taís Tinucci, nefrologista da Universidade de São Paulo.
Mas será que correr, pedalar ou nadar previnem até pedras nos rins? Segundo um experimento da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, sim. Entre 84 225 mulheres investigadas, as que mexiam o corpo com frequência apresentavam um risco 31% menor de padecer com os cálculos. "Isso ocorreria porque o esporte ajusta a maneira como o organismo lida com moléculas cruciais à formação das pedras", especula o urologista Mathew Sorensen, autor do projeto. A ciência já está tirando o atraso. Em nome dos rins - e do coração, dos pulmões... -, você deveria correr para fazer o mesmo.

Para fugir do câncer renal
Exercitar-se protege inclusive contra esse tipo de tumor. Pelo menos é o que concluiu um estudo do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, que avaliou 91 820 corredores e caminhantes. Só que há um detalhe: fica mais longe dessa doença quem, no mínimo, cumpre as recomendações gerais de prática de atividade física. Em outras palavras, cerca de 150 minutos de ralação toda semana, com muita disciplina.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O número de mulheres jovens vítimas de derrame vem crescendo. E a vida estressante que temos levado contribui para isso. Saiba como se prevenir contra o AVC

9 passos para se prevenir contra o AVC




A entrada das mulheres no mercado de trabalho trouxe independência financeira e outras conquistas, mas no pacote acabou entrando também o estresse e a adoção de hábitos pouco saudáveis, como passar a semana à base de fast food. Esses hábitos, somados ao uso de anticoncepcionais, podem alterar o fluxo sanguíneo, aumentando os riscos de um acidente vascular cerebral. Segundo o Ministério da Saúde, o número de internações de pessoas entre 15 e 34 anos que tiveram AVC aumentou 21% entre 2007 e 2011. Siga os conselhos do cardiologista João Vicente e fique mais tranquila!

1 - Adote hábitos alimentares mais saudáveis.

2 - Pratique um exercício físico de que você goste.

3 - Controle o peso e a gordura abdominal.

4 - Mantenha a pressão arterial dentro dos limites.

5 - Evite o cigarro a qualquer custo.

6 - Faça check-ups anuais.

7 - Consulte um especialista para detectar se você é paciente de risco.

8 - Trate doenças que favoreçam o AVC, como diabetes.

9 - Curta sua família e seja feliz!



Tipos e causas
Um acidente vascular cerebral pode ser hemorrágico ou isquêmico, dependendo da causa. No AVC hemorrágico, geralmente o mais grave, a pressão alta acaba estourando uma das artérias da cabeça e provocando o estrago. Já no isquêmico, a passagem do sangue fica bloqueada por um coágulo sanguíneo ou uma placa de colesterol formada ao longo da vida. Com isso, o oxigênio não chega ao cérebro.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Frutas previnem câncer e disfunção erétil; veja 25 benefícios


Além de saborosas, as frutas proporcionam nutrientes e muitos benefícios à saúde. Segundo pesquisas recentes, banana pode diminuir risco de AVC, framboesa ajuda a prevenir o câncer, maçã pode colaborar, entre outros vários benefícios, com a batalha para se manter magro e melancia no desempenho sexual.

1. Comer três bananas por dia pode diminuir risco de AVC: a fruta mais popular do Brasil pode prevenir acidente vascular cerebral (AVC). Cientistas britânicos e italianos sugerem três bananas por dia para obter o benefício. Os pesquisadores analisaram dados de 11 estudos diferentes e constataram que uma ingestão de cerca de 1,6 mil miligramas de potássio por dia (cada banana oferece por volta de 500 miligramas) reduz as chances de derrame cerebral em 21%. O consumo de outros alimentos ricos no elemento, como espinafre e nozes, também é benéfico. 
. Framboesa pode ajudar a prevenir câncer: cientistas da Universidade de Ohio State, nos Estados Unidos, identificaram componentes em framboesas pretas que poderiam ajudar a prevenir o câncer. Durante seus estudos, descobriram reduções significativas nos tumores de cólon e esôfago em ratos alimentados com a iguaria. Esse tipo de framboesa tem um sabor mais intenso que as tradicionais e é rica em ácido elágico, antocianinas e antioxidantes, que ajudam a destruir os radicais livres.
3. Frutas cítricas podem reduzir risco de AVC: comer frutas cítricas, como laranja e toranja, é uma boa aposta para as mulheres. De acordo com uma pesquisa da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, essas iguarias reduzem o risco de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Segundo o site Female First,o levantamento analisou o risco da doença e o consumo de frutas e legumes que contêm flavonoides, compostos antioxidantes que são anti-inflamatórios e melhoram a função dos vasos sanguíneos. Constatou-se que os flavonoides encontrados em frutas cítricas, as flavanonas, conferem maior proteção contra o problema. 
4. Comer duas maçãs por dia pode reduzir risco de doença cardíaca em mulheres: para quem gosta de maçã, uma boa notícia. Comer duas por dia pode reduzir o risco de doença cardíaca em mulheres, já que diminui os níveis de colesterol, de acordo com uma pesquisa da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos. Segundo o jornal Daily Mail, os cientistas analisaram 160 pessoas do sexo feminino que já haviam passado pela menopausa. 
5. Uma maçã por dia pode diminuir risco de câncer colorretal: uma pesquisa polonesa, divulgada na publicação European Journal of Cancer Prevention, afirma que comer maçã regularmente pode reduzir o risco de desenvolver câncer colorretal. A diminuição da chance de ter a enfermidade foi observada nos voluntários que consumiram ao menos uma iguaria ao dia. As propriedades de proteção devem estar ligadas ao alto teor de flavonoides, que é cinco vezes mais prevalente na casca do que na polpa. 
6. Vinagre de maçã pode ajudar a aumentar o colesterol bom: o colesterol bom (HDL) tem efeito protetor sobre a saúde cardiovascular. E, de acordo com uma pesquisa de Minnesota, nos Estados Unidos, uma ou duas colheres diárias de vinagre de maçã podem aumentar seus níveis. Para chegar a essa conclusão, a equipe analisou 120 pessoas. Metade delas teve de ingerir por oito dias a iguaria e, a outra, uma solução de água e 2% de vinagre balsâmico (placebo). Os cientistas acreditam que o produto acelere o processamento das gorduras.
7. Maçã pode diminuir o colesterol: uma maçã média possui aproximadamente 4 g de fibra e, uma parte disso, está na forma de pectina, um tipo de fibra solúvel que tem sido associada à redução dos níveis do colesterol ruim. De acordo com a WebMD, ela bloqueia a absorção de colesterol, ajudando o corpo a usá-lo em vez de armazená-lo.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Oito benefícios do sexo para a saúde

Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade

No Dia do Sexo (6 de Setembro), todo mundo lembra o quanto ele é bom para a saúde. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO. 

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo.
dor de cabeça - foto Getty Images
Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 
casal - foto Getty Images
Melhora o aspecto da pele 
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. 

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.
casal - foto Getty Images
Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.
casal dormindo - foto Getty Images
Melhora o sono 
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.
casal - foto Getty Images
Diminui o estresseO médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.
casal - foto Getty Images
Diminui os riscos de infarto 
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual. 
casal - foto Getty Images
Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?
casal - foto Getty Images
Aumenta a imunidade 
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.