quinta-feira, 5 de junho de 2014

Trombose e cicatrização

Claro que ninguém quer se machucar, porém, quem toma medicamento para prevenir trombose venosa profunda (TVP) costuma ter arrepios só de pensar em sofrer um corte, arranhão ou qualquer outro acidente. Se esse é o seu caso, saiba que não há motivo para ficar assim. “É fato que a medicação usada diminui a possibilidade de os coágulos se formarem dentro da veia, os chamados trombos. Mas, diante de um ferimento, o máximo que pode acontecer é a pessoa sangrar um pouco mais do que o normal, situação que é contida rapidamente se ela fizer uma boa compressão no local. E quanto à cicatrização, ela vai acontecer sem qualquer dificuldade se depois que o sangramento parar a região for limpa e receber um curativo”, afirma o cirurgião vascular Dr. Bruno de Lima Naves, diretor da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).


Ajuda especializada

Segundo o especialista, a dificuldade de uma ferida fechar acontece quando o sangue não consegue chegar bem até o local da lesão, o que geralmente ocorre em quem tem diabetes, uma circulação sanguínea complicada ou quando a trombose venosa é extensa e produz um inchaço muito grande. “Diante disso, é essencial procurar ajuda especializada o quanto antes”, completa o médico.

sábado, 31 de maio de 2014

Diabetes em crianças x novos hábitos

O diagnóstico de diabetes em uma criança pode se tornar um fator de agregação da família dependendo da forma como ela lida com a nova condição, acredita a psicóloga Kátia Tarnapolsky Markenson, especializada em terapia familiar.

O processo de aceitação pode ser difícil para a criança com diabetes e, algumas vezes, ainda mais complicado para a família, que também é impactada pelas mudanças decorrentes da situação. “A criança está crescendo e, conforme a faixa etária, está adquirindo autonomia e o diabetes chega como um veículo que vem na contramão, exigindo muita atenção”,diz a psicóloga.


No caso do diabetes, Kátia considera que o fato de muitas vezes o diagnóstico chegar inesperadamente e a necessidade de mudar os hábitos da criança e da família da noite para o dia tornam o processo de aceitação ainda mais gradual. “Algumas mudanças podem ser necessárias de imediato, como o controle glicêmico ou o uso de medicamentos, deixando pouco espaço e tempo para muitas negociações. Outras podem ser feitas com a participação da criança e da família, como a elaboração de um novo cardápio e a construção de novos hábitos alimentares” explica a terapeuta.

Tornar mais tranquila essa fase inicial de adaptação depende também de como a família consegue reajustar ou construir novos padrões de interação entre seus membros. Ela defende a ideia de que, passados os primeiros momentos, o caminho  mais confortável é que todos os membros da família consigam  reconhecer  estar vivenciando uma grande modificação em sua rotina, ajudando um  ao outro na adaptação  a uma realidade nova. A criança passa a precisar de alguns cuidados e ter necessidades diferentes, e a colaboração e a participação da família são fundamentais. 

Segundo Kátia, não é necessário que os novos hábitos sejam estendidos aos demais membros da família. “Participar e apoiar não significa eliminar as diferenças entre irmãos,  pois as necessidades  são distintas.”

“No início a preocupação da família com o controle e a proteção à criança podem ficar exagerados. No entanto, o natural é que com maior conhecimento e domínio da nova situação, bem como o suporte médico adequado, as famílias se reorganizem, absorvendo a novidade sem maiores conflitos”, conclui a terapeuta.

domingo, 25 de maio de 2014

Cuidado com os excessos



Higiene íntima é fundamental, faz bem à saúde, é agradável, nos transmite segurança e frescor. Mas, como tudo na vida, quando em excesso pode fazer mal. O ginecologista e diretor científico da Sogesp Dr. Paulo César Giraldo explica que a higiene íntima deve ser adequada, sem pecar pelo excesso nem pela falta. “Se a mulher não fizer uma higiene adequada haverá acúmulo de células mortas, bactérias, resíduos de urina, e tudo isso irrita a região genital. Por outro lado, a higiene excessiva promove o ressecamento e a formação de fissuras”, diz Giraldo.


Hora do banho

O banho é um momento de carinho consigo mesma, de cuidado. Esse cuidado se estende à nossa região íntima e começa já na escolha do sabonete. “A vulva tem um pH ácido e é colonizada por lactobacilos, bactérias que formam uma barreira contra micro-organismos prejudiciais”, descreve o ginecologista. Pra preservar essa proteção natural, o ideal é utilizar um sabonete íntimo com pH adequado. “Se a mulher usar um sabonete bactericida, com pH alcalino ou um sabonete com muita ação detergente, vai perder a proteção natural da pele”, explica Paulo.
Nada de duchas vaginais, elas só podem ser feitas em alguns casos, quando seu médico prescrever. Agora, na região externa, pode caprichar. Lave cuidadosamente cada dobrinha. "O foco da limpeza deve se resumir ao monte púbico, à pele da vulva, à raiz das coxas, à região perianal — entre a vulva e o ânus — e ao interior dos grandes e dos pequenos lábios", ensina Paulo Giraldo. 

Não precisa ser uma lavagem a jato. “O tempo ideal fica entre 2 a 3minutos”, explica o ginecologista. Menos de 2 minutos é pouco para acessar todas as dobras, mas não ultrapasse os 3 minutos. Cuidado também com a temperatura da água. Água muito quente resseca e traumatiza a pele delicada da região. “O excesso prejudicial na higiene pode estar relacionado com muito tempo, muito trauma, produtos com muita ação detergente ou com pH alcalino”, diz o especialista.

Seque bem a região com uma toalha macia. O excesso de umidade por tempo prolongado também não faz bem.

Após transpiração intensa e exercícios físicos, também é recomendada a higienização. Se não for possível o banho no decorrer do dia, você pode lançar mão dos lenços umedecidos.

Cuide-se bem

O Dr. Paulo Giraldo nos dá mais algumas dicas para manter a região íntima saudável:

• Cuidado com o papel higiênico. Escolha os mais macios, aqueles muito secos podem traumatizar a região.

• Atenção à depilação. O ideal é aparar os pelos para não haver acúmulo de resíduos. 

• Evite usar calcinha ou calça muito apertadas, pois dificultam a oxigenação no local.

• O uso de protetores diários de calcinha pode ser interessante, mas escolha a versão respirável, sem plástico embaixo.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Mers: entenda por que essa doença preocupa o mundo


Após os Estados Unidos confirmarem os primeiros casos da Síndrome Respiratória do Oriente Médio, surge a dúvida: ela vai chegar ao Brasil? Fique por dentro do caso.



Um novo vírus está despertando a atenção de pessoas do mundo inteiro: o Mers-CoV. Ele é o causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio, doença que mata de 30 a 40% dos pacientes hospitalizados. No início de maio, esse agente infeccioso - que surgiu em 2012 na Arábia Saudita - chegou aos Estados Unidos por meio de indivíduos que haviam viajado ao epicentro do problema. Daí o motivo pelo qual muitos estão se perguntando se ele também pode se espalhar para outras regiões. O vírus já deu as caras em outros países do Oriente Médio, como Catar, Líbano e Emirados Árabes Unidos, além de ter chegado à Europa (França, Itália e Reino Unido).

O tamanho do problema
O governo da Arábia Saudita relatou um aumento no registro de casos da doença nos últimos meses. Desde 2012, foram 139 mortes e 480 indivíduos infectados ali. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de janeiro a março de 2014 foram confirmados 28 episódios de pacientes contaminados pelo Mers-CoV em todo o mundo - desses, dez resultaram em mortes.
O vírus foi encontrado em camelos, mas a forma de contágio entre seres humanos ainda não foi totalmente estabelecida. "Mas sabe-se que ela pode ocorrer em um contato próximo", diz a médica Nancy Bellei, da Sociedade Paulista de Infectologia.
Para complicar, nem todos os infectados apresentam sintomas - e não dá para saber se, nesses casos, o vírus continua sendo propagado. Quando a doença se manifesta, porém, o sinais costumam ser falta de ar, febre e um mal-estar geral. Em alguns casos, a dificuldade de respirar se intensifica e o indivíduo tem de ser internado. É que o vírus causa uma senhora agressão às vias aéreas e aos pulmões.
Há risco de uma epidemia mundial?
Essa questão tem preocupado autoridades em saúde pública de todo o globo, inclusive no Brasil. Para Nancy, que também é professora de infectologia da Universidade Federal de São Paulo, o risco de a doença se espalhar pelo planeta é baixo. "Nos países da Europa e mesmo nos Estados Unidos, o número de casos foi pequeno e o problema, controlado", avalia.
Ela ressalta que, para prevenir uma epidemia, é fundamental que os indivíduos infectados sejam isolados e não tenham contato com outros pacientes em hospitais. "No Oriente Médio os casos têm aumentado provavelmente devido a uma dificuldade nesse controle", opina a especialista.
Segundo o Ministério da Saúde, em 2013, três casos suspeitos de infecção associada ao Mers-CoV foram investigados em São Paulo. Felizmente, os testes deram negativos para o coronavírus. Mesmo assim, caso você viaje para o Oriente Médio, a recomendação dos especialistas é ficar atenta e se cuidar.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Corrimento: saiba identificar quando ele indica alguma doença

Aquela secreção que aparece na calcinha pode sinalizar encrencas sérias. Conheça os problemas por trás disso e aprenda a diagnosticá-los.



É normal?
Notar na calcinha, durante alguns dias, um líquido de coloração esbranquiçada ou transparente tudo bem. Trata-se de uma umidade natural, que pode estar relacionada a diversos mecanismos do aparelho genital feminino. "Durante a ovulação e no período pós-ovulatório, há uma produção aumentada dessa secreção", explica o ginecologista Claudio Bonduki, professor da Universidade Federal de São Paulo. Outros fatores são a descamação da parede vaginal e também a transudação - uma espécie de suor da mucosa da vagina.
No entanto, embora tudo isso esteja de acordo com as leis da natureza, é necessário prestar atenção quando há mudanças no aspecto. "Se sentir mau cheiro, coceira ou ardor ao urinar, e notar que a secreção está contínua, procure um médico", orienta o ginecologista Paulo César Giraldo, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista. Esses podem ser sinais de problemas graves. Conheça alguns deles a seguir:

Vaginose bacteriana
Como é o corrimento: líquido, de coloração branca ou cinza e com odor forte, semelhante ao de peixe estragado.
O que é: uma proliferação de bactérias anaeróbicas, isto é, que se desenvolvem na ausência de oxigênio. Está ligada a fatores que interferem na flora vaginal, como o uso de antibióticos e o estresse.

Candidíase
Como é o corrimento: não apresenta odor. É espesso (com aparência leitosa), de cor branca e costuma vir acompanhado de coceira e ardor.
O que é: infecção causada pelo fungo Candida albicans. É provocada por um desequilíbrio da flora vaginal, que pode ter entre as suas causas o uso prolongado de medicamentos como pílula anticoncepcional, antibiótico e corticoide. Roupas apertadas e quentes, que dificultam a transpiração da região íntima, também abrem portas para que a candidíase se instale.

Tricomoníase
Como é o corrimento: de aspecto espumado, sua cor é amarelo-esverdeada, tem mau cheiro e tende a provocar ardor ao urinar
O que é: uma infestação pelo protozoário Trichomonas vaginalis – é uma doença sexualmente transmissível.

Gonorreia
Como é o corrimento: é comum que não haja sintomas, mas um líquido amarelado e com pus pode aparecer em alguns casos.
O que é: doença infectocontagiosa, causada pela bactéria Neisseria gonorrheae. Também é transmitida pela relação sexual.

 

Tratamentos

No caso da vaginose bacteriana, da tricomoníase e da gonorreia, é comum que o médico prescreva antibióticos. Já em relação à candidíase, a terapia é feita à base de antifúngicos em forma de creme ou comprimido.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Malhação na menopausa: conheça os melhores exercícios para essa fase.


Especialistas apontam as atividades ideais para fortalecer o esqueleto e blindar o coração durante o climatério - até os fogachos podem sair de cena.



Para os experts, não há dúvidas: a prática regular de atividade física no climatério (período caracterizado por alterações hormonais que culminam na última menstruação) pode evitar, ou ao menos atenuar, a evolução de problemas capazes de colocar a saúde da mulher em risco. Por causa do déficit de estrogênio, o hormônio que os ovários param de produzir nessa fase, o calorão dos fogachos e as variações de humor e disposição dão as caras.
Além disso, há uma propensão muito maior a males como diabete, osteoporose e doenças do coração. E não faltam estudos que comprovem os benefícios de uma vida ativa para afastar essas encrencas. "A prática regular e orientada de exercícios é indicada em qualquer fase da vida. No entanto, quanto antes ela for adotada, melhor para a saúde da mulher", reconhece o preparador físico e doutor em ciências da motricidade Ricardo José Gomes, da Universidade Federal de São Paulo.

Alívio nas ondas de calor
Um trabalho da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugere que 30 minutos diários de atividade física amenizam os calores da menopausa. Ainda não se sabe quais são os mecanismos por trás dos fogachos, mas o fato é que as mulheres que participaram da pesquisa reportaram uma melhora considerável depois de malhar. “O exercício também modula o humor e reduz o estresse, outros fatores ligados ao aparecimento das ondas de calor", diz Steriani Elavsky, especialista em ciência dos movimentos e uma das autoras da pesquisa.


Saiba quais são as melhores modalidades para quem está no climatério



 

1. Hidroginástica
Amiga do coração, só peca por um fator: falta de impacto, essencial para a prevenção da osteoporose. Por isso, tem de ser combinada a outros esportes.
2. Caminhada
É a queridinha dos especialistas, sobretudo por não exigir demais do organismo. Pratique de três a seis vezes por semana, durante, no mínimo, 30 minutos.

3. Dança
Jazz, dança contemporânea, de salão... Não importa o tipo. Rodopie na pista de duas a cinco vezes por semana, durante, pelo menos, 30 minutos.
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4. Musculação
Deve ser feita de duas a três vezes por semana e, de preferência, associada a um exercício aeróbico, como corrida. Carga e intensidade variam caso a caso.

Os efeitos dos exercícios em cada parte do corpo durante a menopausa



1. Músculos
Com o passar dos anos, a mulher perde muita massa magra. Fortalecer a musculatura ao redor do joelho, por exemplo, é essencial para manter o equilíbrio e evitar quedas.

2. Cérebro
Exercitar-se regularmente auxilia na regulação dos sistemas cerebrais que a depressão desbalança. Melhora, entre outras coisas, a comunicação entre as células nervosas.

3. Coração
A deficiência de hormônios femininos é responsável por aumentar o risco de infartos. Invista em exercícios aeróbicos para prevenir o surgimento de placas nas artérias que irrigam o músculo cardíaco.

4. Abdômen
A falta do hormônio estrogênio tem sua parcela de culpa, mas o sedentarismo é um dos maiores vilões no quesito barriga. Mexer o corpo é o melhor remédio.

5. Pâncreas
Combinar musculação e modalidades aeróbicas dá uma santa ajuda no controle da glicose no sangue porque bota a insulina para trabalhar - daí seu efeito antidiabete.

6. Ossos
As atividades físicas de impacto estimulam a formação de células ósseas. Assim, o esqueleto se mantém menos poroso e mais resistente, ou seja, livre da osteoporose.

7. Vasos
Sem o estrogênio - de novo! - , a pressão arterial tende a subir. Caminhada, natação e ciclismo aumentam a flexibilidade dos vasos e evitam complicações nas pernas, no coração, no cérebro...
 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Conheça as doenças que ameaçam o cérebro antes da velhice


Elas costumam aparecer em idosos, mas às vezes podem surpreender também pessoas mais jovens. Saiba mais sobre as demências pré-senis.



Alzheimer

O que é
Essa é a demência (nome dado a alterações cognitivas, comportamentais e de personalidade) que mais atinge indivíduos com menos de 60 anos de idade. Trata-se de uma doença neurodegenerativa caracterizada por afetar, inicialmente, a memória e as funções executivas. "É comum o paciente esquecer, por exemplo, nomes de pessoas e onde colocou objetos", explica o geriatra Salo Buksman, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. "Além disso, a pessoa pode apresentar dificuldade para realizar atividades cotidianas, como gerenciar sua conta bancária", complementa.
As causas
A origem exata da doença de Alzheimer ainda está sendo estudada, mas sabe-se que fatores como doenças cardiovasculares, depressão e baixa escolaridade contribuem para que o problema dê as caras.
Como identificar
Repare se a pessoa sofrer frequentemente falhas de memória (principalmente em relação a fatos) ou se não conseguir gravar informações trocadas em uma conversa, por exemplo.
O tratamento
Não há cura para o Alzheimer. O que existe são medicamentos cuja função é apenas adiar a piora dos sintomas.

Demência vascular cerebral

O que é
Esse é o segundo tipo mais comum de declínio cognitivo e costuma afetar adultos com idades entre 50 e 65 anos. Na maioria dos casos, ele é fruto de lesões vasculares (pequenos derrames) que ocorrem no cérebro e que, somadas, levam a um quadro de demência.
As causas
O acidente vascular cerebral (AVC) é decorrente, principalmente, de uma pressão arterial descontrolada e que vive nas alturas. O histórico familiar também aumenta o risco de ocorrer um AVC.
Como identificar
Uma pessoa com essa demência apresenta alterações importantes de humor, dificuldade para se locomover e também pode ter membros como braços e pernas paralisados.
O tratamento
Não há como reverter a situação, mas o paciente pode tentar uma reabilitação por meio de fisioterapia, por exemplo. É fundamental se proteger de novos episódios - daí a importância de controlar a pressão e o colesterol, parar de fumar, fazer atividade física e adotar uma alimentação balanceada.

Demência fronto temporal

O que é
Eis outra doença degenerativa que não acomete só idosos, mas também indivíduos na fase pré-senil . Ela altera a personalidade e o comportamento.
As causas
"Ocorre a morte de neurônios da região frontal do cérebro, responsável pelo comportamento, atenção, cálculo...", esclarece o geriatra Alexandre Busse, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A origem disso pode ser falta de suprimento sanguíneo ou até acúmulo de substâncias nocivas às células nervosas.
Como identificar
Uma mudança de personalidade é o que mais chama a atenção na demência fronto temporal. A pessoa pode tanto se tornar apática quanto ficar mais desinibida do que o normal. "Ela pode começar a se engajar em causas que antes não tinha interesse, se vestir de forma diferente ou até se comportar de maneira bizarra", exemplifica Busse.
O tratamento
É importante que o paciente se mantenha ativo, fazendo atividade física. O médico também pode prescrever remédios antidepressivos ou que previnam convulsões.